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sexta-feira, 18 de julho de 2014

História: Saúde em Pombal




Jornal de Coimbra, 1818

História: Saúde em Vila de Lama, Moncorvo





Jornal de Coimbra, 1818

História: Criança mordida por cobra em Porto de Mós

História: Criança mordida por cobra em Porto de Mós



Jornal de Coimbra, 1818

História: Saúde em Peniche de Atouguia da Baleia





Jornal de Coimbra, 1818

História: Saúde em Aveiro e Vila d'Esgueira





Jornal de Coimbra, 1818

História: Sarampo ataca Concelho d'Amiens, Moncorvo





Jornal de Coimbra, 1818

História: Torre de Moncorvo detesta Vacinas

História: Torre de Moncorvo detesta Vacinas




Jornal de Coimbra, 1818

História. a Saúde em Murça de Panocús





Link: Jornal de Coimbra, 1818

História: a Saúde em Coja (Arganil) e a morte de Maria Luiza em Espariz (Tábua)

História: a Saúde em Coja (Arganil) e a morte de Maria Luiza em Espariz (Tábua)





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História: Por causa da guerra população da Covilhã refugia-se nas montanhas

História: Por causa da guerra população da Covilhã refugia-se nas montanhas

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História: 40 crianças com Sarampo na Covilhã





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História: Celorico da Beira, o clima mais saudável de Portugal





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História: Início de Primavera seca e quente em Penafiel





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História: Epidemia de Sarampo em Almeirim

História: Epidemia de Sarampo em Almeirim




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Site da Câmara Municipal de Almeirim

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Portugal: negligência médica mata mais que acidentes de viação



«Morrem mais pessoas nos hospitais, de morte evitável (1200), do que nas estradas (700)», diz André Dias Pereira, investigador da Faculdade de Direito de Coimbra.

«A dificuldade está em provar a maior parte das queixas, porque as instituições e os profissionais de saúde tendem a esconder os dados» , afirma o advogado e professor de Direito Administrativo Luís Fábrica.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Endovélico, deus dos Lusitanos continua a ser adorado

Endovélico, deus dos Lusitanos, continua a ser adorado

Paralelamente aos locais de culto da Deusa-Mãe, facilmente rebap­tizados, tornou-se necessário rebaptizar locais de culto a um Deus mas­culino, de cariz protector, que recebia há milénios profunda devoção. Trata-se do DELIS ENDOVÉLICO que, não só protegia a guiava os seus fiéis lusitanos, como também dava acesso a conhecimentos acer­ca do futuro através da leitura dos oráculos, feita pelos respectivos sa­cerdotes.

A religião cristã evita a representação de Deus Pai em escultura venerável, apresentando a sua figura estritamente em conjunto, na Trindade Pai/Filho/Espírito Santo. No culto ao DEUS ENDOVÉLICO, por altura da ocupação romana, representou-se este deus como uma figura humana, com a cabeça de homem idoso de barbas compridas, bem ao estilo da interpretação de Deus Pai durante a Idade Média. Mas, não se querendo substituir ENDOVÉLICO por Deus Pai, optou­-se pela figura do Arcanjo São Miguel, o qual acabou desta forma por assumir um lugar de grande relevo, não só na antiga Lusitânia, como também em Portugal. Este arcanjo protector a justiceiro acompanhou, quer o renascimento da identidade lusitana no Portugal do século XII, quer a sua expansão pelos confins do mundo. Coube a D. João IV a decisão de o substituir, como padroeiro do reino, por Nossa Senhora da Conceição, que era venerada em Vila Viçosa. Pedindo a pagando ao Papa o reconhecimento desta padroeira, o rei tentou obter disfarçada­mente o reconhecimento politico da Casa de Bragança como nova Casa Reinante de Portugal, acabando assim por destruir um culto ancestral.


O grande historiador a arqueólogo português Professor Leite de Vasconcellos já no século passado se tinha dado conta da frequente "coincidência" do facto de igrejas ou capelas do início da cristianização da Lusitânia, dedicadas ao Arcanjo São Miguel, serem construídas em locais antigamente dedicados ao culto do DEUS ENDOVÉLICO. Pode mesmo afirmar-se, com um certo grau de certeza, que as terras cujos nomes incluem este arcanjo são amigos locais de culto endovélico.

Rainer Daehnhardt, PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL