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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Portugal: negligência médica mata mais que acidentes de viação
«Morrem mais pessoas nos hospitais, de morte evitável (1200), do que nas estradas (700)», diz André Dias Pereira, investigador da Faculdade de Direito de Coimbra.
«A dificuldade está em provar a maior parte das queixas, porque as instituições e os profissionais de saúde tendem a esconder os dados» , afirma o advogado e professor de Direito Administrativo Luís Fábrica.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Endovélico, deus dos Lusitanos continua a ser adorado
Endovélico, deus dos Lusitanos, continua a ser adorado
Paralelamente aos locais
de culto da Deusa-Mãe, facilmente rebaptizados, tornou-se
necessário rebaptizar locais de culto a um Deus masculino, de
cariz protector, que recebia há milénios profunda devoção.
Trata-se do DELIS ENDOVÉLICO que, não só protegia a guiava os seus
fiéis lusitanos, como também dava acesso a conhecimentos acerca
do futuro através da leitura dos oráculos, feita pelos respectivos
sacerdotes.
A religião cristã evita
a representação de Deus Pai em escultura venerável, apresentando a
sua figura estritamente em conjunto, na Trindade Pai/Filho/Espírito
Santo. No culto ao DEUS ENDOVÉLICO, por altura da ocupação romana,
representou-se este deus como uma figura humana, com a cabeça de
homem idoso de barbas compridas, bem ao estilo da interpretação de
Deus Pai durante a Idade Média. Mas, não se querendo substituir
ENDOVÉLICO por Deus Pai, optou-se pela figura do Arcanjo São
Miguel, o qual acabou desta forma por assumir um lugar de grande
relevo, não só na antiga Lusitânia, como também em Portugal. Este
arcanjo protector a justiceiro acompanhou, quer o renascimento da
identidade lusitana no Portugal do século XII, quer a sua expansão
pelos confins do mundo. Coube a D. João IV a decisão de o
substituir, como padroeiro do reino, por Nossa Senhora da Conceição,
que era venerada em Vila Viçosa. Pedindo a pagando ao Papa o
reconhecimento desta padroeira, o rei tentou obter disfarçadamente
o reconhecimento politico da Casa de Bragança como nova Casa
Reinante de Portugal, acabando assim por destruir um culto ancestral.
O grande historiador a
arqueólogo português Professor Leite de Vasconcellos já no século
passado se tinha dado conta da frequente "coincidência" do
facto de igrejas ou capelas do início da cristianização da
Lusitânia, dedicadas ao Arcanjo São Miguel, serem construídas em
locais antigamente dedicados ao culto do DEUS ENDOVÉLICO. Pode mesmo
afirmar-se, com um certo grau de certeza, que as terras cujos nomes
incluem este arcanjo são amigos locais de culto endovélico.
Rainer Daehnhardt, PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
segunda-feira, 8 de julho de 2013
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